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| Fig 2 |
Segundo o Ministério de Desenvolvimento
Social, a população de rua é “um grupo heterogêneo que possui em comum a
pobreza extrema, os vínculos familiares fragilizados ou rompidos e a
inexistência de moradia convencional regular”.
Diariamente, e até mesmo na
literatura, pode-se perceber que há uma vasta nomenclatura para tratar a
população em situação de rua: mendigo, morador de rua, maloqueiro, pedinte,
sem-teto entre outros nomes são usados para designar a população de rua.
Abaixo algumas abordagens
teóricas em relação a definição da população em situação de rua.
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| Fig 3 |
-Burstzyn (2000) e de Araújo
(2000), a população de rua é composta por toda pessoa que tira seu sustento da
rua, incluindo além dos que residem nas ruas, os vendedores ambulantes,
camelôs, catadores de material reciclável etc.,
-Durham (1984) e D’Incao (1995)
englobam no conceito de moradores de rua, pessoas que migraram do meio rural
para o meio urbano em busca de novas oportunidades de emprego e permanecem
perambulando pelos grandes centros principalmente por problemas de adaptação e
falta de qualificação profissional.
Escorel (2000) retrata ainda a
distinção que alguns autores fazem entre população de rua como todos os que
estão usando a rua como moradia num determinado momento e os que tomam a rua
permanentemente como moradia, considerando os primeiros como “pessoas em
situação de rua”.
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| Fig 4 |
É preciso considerar que a
distinção entre “moradores de rua” e “pessoas em situação de rua” se
faz necessário para a devida atenção a problemática bem como a quebra de
estereótipos causados a esta população. O termo “morador de rua” imprimi a
estes indivíduos uma situação irreversível e sem mudanças, é como se aquele
indivíduo não pudesse sair daquela situação. É preciso quebrar os estereótipos
que cercam esta população.



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